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É difícil explicar por que os desenvolvedores do Mozilla Firefox mantém atualmente três versões oficiais do FireFox. Firefox 3.0.x, Firefox 3.5.x e Firefox 3.6.x, são todas as versões oficiais que podem ser baixadas do site da Mozilla. Mas, planos recentes anunciados pela Mozilla, revelam que o suporte para o Firefox 3.0 vai acabar em março deste ano, reduzindo o número de versões diferentes que são oferecidos aos usuários da Internet.
A atualização final está prevista para 30 de março que irá corrigir vários problemas relacionados a segurança. Uma vez que a atualização seja lançada, o navegador não vai receber novas atualizações e recomenda-se mudar para o Firefox 3.5.x ou Firefox 3.6.x por motivos de segurança.
Os desenvolvedores também anunciaram planos para lançar atualizações para Firefox 3.5.10 e 3.6.3 em breve. Ambas as liberações contêm correções de segurança. O Firefox 3.6.3 pode até incluir plug-ins no processo também.
Ou seja, sabendo que não haverá mais atualizações para o Firefox 3.0, se você não tiver atualizado para o Firefox 3.6 – é melhor se apressar e fazer isso. Essa foi a palavra oficial da Mozilla sobre o tema em uma reunião recente.
Agora isso pode decepcionar um punhado de usuários, mas é bom ver a Mozilla sendo mais focada – olhando para atualizações mais rápidas para as versões mais recentes do Firefox.
Especialista ganha prêmio do TSE por registrar interferência da urna sobre rádio, o que permitiria romper segredo por meio de receptores baratos.
Durante os testes promovidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para testar a segurança da urna eletrônica a ser usada nas eleições de 2010, um perito teve sucesso em quebrar o sigilo eleitoral e descobrir, por meio de radiofrequência, o candidato escolhido pelo eleitor. O consultor Sérgio Freitas da Silva compôs o grupo de 32 especialistas convocados pelo TSE e compareceu à sede do órgão na terça-feira (10/11), primeiro dia dos testes, com a estratégia de detectar a interferência eletromagnética que a urna exerce sobre as ondas de rádio.
Fiz meu experimento em 29 minutos e obtive sucesso no escopo que estava proposto: rastrear a interferência e gravar arquivos para comprovar a materialidade do fenômeno, que sintonizam ondas longas e curtas e estações em AM e FM.
Segundo Sérgio, o equipamento usado é encontrado em rádios convencionais vendidos nas lojas, "destes que custam 10 reais". A técnica acabou dando a Sérgio a primeira posição no concurso de melhorias para urna promovido pelo TSE, o que lhe rendeu prêmio de cinco mil reais.
Enquanto eu digitava na urna, rastreava através do rádio pra ver se detectava alguma interferência. Consegui rastrear a interferência que isto provocava na onda, gravando um arquivo WAV com estes sons, explica.
Sérgio explica que após gravar os ruídos que os botões da urna eletrônica exercem sobre a onda é possível decodificar os sons, o que levaria à descoberta dos candidatos escolhidos pelo eleitor, quebrando seu sigilo.
É como se o teclado da urna eletrônica se transformasse em um teclado musical, conseguindo rastrear a tonalidade da interferência neste arquivo WAV que gravei, compara.
A técnica descrita por Sérgio é chamada de Van Eck Phreaking, segundo o especialista em segurança Marco Canut, que confirma a possibilidade de quebra do sigilo eleitor caso o método seja aplicado à urna eletrônica brasileira.
Canut é diretor geral da Tempest, consultoria de segurança contratada tanto pela iniciativa privada como pelo Governo para realizar testes de segurança em sistemas computacionais, mesmo intuito do TSE ao convocar os 32 especialistas que atacariam a urna eletrônica.
"Todo computador é uma pequena estação de rádio, emitindo ondas eletromagnéticas", explica Canut. Enquanto os humanos notam como um chiado, a interferência pode ser "entendida" por máquinas, demonstrando qual a tecla escolhida pelo eleitor.
No experimento realizado no TSE, o perito precisava estar a até 20 centímetros da urna para que sua interferência fosse sentida no receptor do rádio.
É o próprio Sérgio, porém, quem esclarece que o uso de antenas mais potentes podem fazer com que a captação seja feita a até dezenas de metros da urna, como demonstraram os pesquisadores Martin Vaugnoux e Sylvain Pasini.
No experimento, gravado em vídeo no Vimeo, o apertar de botões em teclados convencionais poderiam ser interceptados e decifrados a até 20 metros de distância de onde a suposta vítima usava seu computador. Confira .:
Se aplicássemos o modelo para seções eleitorais brasileiras, a distância seria suficiente não apenas para eleitores ou acompanhantes longe das salas onde as urnas estão, mas também para imóveis vizinhos aos prédios onde acontecem as votações.
Sérgio explica que seriam necessárias antenas mais potentes que melhorem a recepção do sinal no sistema. A estratégia quebra o sigilo do eleitor, não podendo ser aplicada para alterar os resultados de votações.
Durante a Guerra Fria, o exército dos Estados Unidos descreveu os perigos da interceptação de ondas eletromagnéticas em documentos conhecidos como Tempest, nome que acabou se tornando o apelido da técnica, explica Canut.
Desde então, as instalações militares norte-americanas usam técnicas que as blindam do vazamento eletromagnético. O especialista não vê a blindagem da urna eletrônica como uma saída plausível já que a "tornaria mais cara, mais pesada e de manutenção mais difícil".
Possíveis alterações que poderiam minimizar a emissão de onda pela urna, sugere Canut, incluiriam o uso de teclados sensíveis a toque, menos invasivos que os mecânicos usados atualmente pelo TSE.
Procurado pela reportagem, o TSE confirmou que, ao contrário do que havia confirmado anteriormente, quando disse que nenhuma estratégia de ataque havia tido sucesso, que o teste de Sérgio foi bem sucedido, mas fez ressalvas.
Nas condições que ele conseguiu, a repetição durante uma eleição é impraticável. Seria necessário que a pessoa ficasse a centímetros da urna, o que não é permitido. A cabine é vigiada pelos mesários. Ninguém pode ficar próximo, afirmou o o secretário de tecnologia do TSE, Giuseppe Gianino.
Questionado sobre a possibilidade de uso de equipamento mais potente, levantada pelo próprio Sérgio, Gianino afirmou que se trata "do campo teórico". "Se tivesse realmente a possibilidade, ele (Sérgio) teria apresentado um aparelho que faria isto".
Demorou um pouco mas, Aconteceu !!! Finalmente, depois de muito tempo e muitas especulações, a Google anuncia que esta entrando no mercado de sistemas operacionais com um lançamento que esta sendo aguardado a muito tempo. É difícil imaginar que uma empresa tão grande e com um poder de crescimento tão acelerado, não estivesse trabalhando para isso. Havia muitas especulações e mitos a respeito disso e então agora, depois de tanto disse-me-disse, finalmente temos uma declaração oficial da empresa, e para a nossa sorte, é confirmativa…
Hoje mesmo já é possível encontrar várias imagens na internet mostrando supostas screenshots do sistema em ação. Não se pode afirmar com certeza a veracidade destas imagens mas, conseguimos algumas delas e você pode conferir aqui e tomar suas próprias conclusões. Veja .:
Pra mim, parece mais uma versão “personalizada” do Linux Mint mas, isso também não posso afirmar com certeza. O que foi anunciado oficialmente no blog da Google é que o sistema será voltado especificamente para o mercado de netbooks .:
“O Google Chrome OS é um Sistema Operacional que vai inicialmente ser direcionado para netbooks. Ainda este ano nós vamos torna-lo open source oficialmente, e os netbooks rodando o Google Chrome OS estarão disponíveis para o consumidor no segundo semestre de 2010. Porque já estamos conversando com parceiros sobre o projeto, e vamos em breve estar trabalhando com a comunidade de código aberto, queremos compartilhar nossa visão agora para que todos compreendam o que estamos tentando alcançar…”
O Google Chrome OS é basicamente o Google Chrome funcionando dentro de um novo sistema de janelas e com o kernel Linux que são compatíveis com ambos os chips x86 e ARM. Aplicações para isso podem ser escritas utilizando tecnologias da web que tem a vantagem de que também estão trabalhando em outros navegadores da web, mesmo se eles são executados em sistemas operacionais como o Microsoft Windows, Linux ou Mac.
O novo sistema operacional requer obviamente uma ligação à Internet para trabalhar. Mesmo que muitas aplicações web podem ser executadas localmente há ainda a necessidade de executar algumas que não podem. Isso é uma chatice para os usuários com acesso por conexões lentas e principalmente os que nem tem acesso à Internet. O que vai acontecer se a Internet tornar-se indisponível ?¿ A Google terá que responder a essa e muitas outras perguntas num futuro próximo.
“Velocidade, simplicidade e segurança" é o lema que levou à realização deste próxima maravilha da tecnologia mundial. Outra novidade fascinante é que o Chrome OS vai ajudar os usuários a desenvolver programas que serão executados em qualquer sistemas que possua Windows, Mac ou Linux.
Agora, só nos resta esperar para ver se tudo o que antes era lenda urbana e agora é oficial, será realmente tão bom quanto o que se anuncia.
A Panasonic Japão anunciou uma nova linha de cartões Class 10 SDHC com capacidade de leitura de 22MB/s, o que é um salto significativo em comparação com os 15MB/s dos atuais cartões Class 6 SDHC. Eles serão fabricados a partir de Julho e terão capacidades entre 4 e 32GB.
Mickey Rourke interpretará Whiplash no filme Iron Man 2.Também conhecido por Ivan Vanko, o personagem russo "constrói sua própria versão da roupa", diz Jon Favreau. Não se sabe ao certo se o Whiplash do filme seguira como está na história em quadrinhos ( Justin Hammer – Projetista de armas ), mas Favreau gosta de misturar as coisas para "jogar contra as expectativas."
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